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A Copa do Mundo é, sem dúvidas, um dos eventos mais aguardados pelos brasileiros. Segundo dados da Kantar, 77% dos consumidores pretendem acompanhar o torneio, com 73% deles escolhendo assistir pela TV aberta, 39% na TV por assinatura, 31% via streaming, 23% pelas redes sociais e 4% pelo rádio.
Se por um lado os colaboradores buscam entender se haverá flexibilização do expediente ou ações especiais, o RH enfrenta outro desafio: manter o engajamento, a produtividade e o clima organizacional durante o período.
Se você quer saber como as empresas costumam se organizar durante a Copa do Mundo, qual o papel do RH nesse momento e quais estratégias ajudam a transformar o evento em uma oportunidade de conexão entre equipes, continue a leitura deste artigo!

A Copa do Mundo de 2026 acontece entre 11 de junho e 19 de julho, com jogos nos Estados Unidos, Canadá e México. A Seleção Brasileira está no Grupo C e vai disputar a fase de grupos nos Estados Unidos.
Os jogos do Brasil na primeira fase já estão definidos:
Depois disso, a continuidade depende da classificação na fase de grupos. Se o Brasil terminar em 1º lugar, joga o mata-mata no dia 29 de junho em Houston. Se terminar em 2º lugar, o jogo será no mesmo dia, mas em Monterrey.
Para as empresas, essas informações já permitem que as empresas comecem a se organizar, principalmente porque os jogos da fase de grupos caem em horários que costumam impactar o fim do expediente no Brasil.
Não, pois a legislação trabalhista brasileira não determina a suspensão das atividades durante os jogos da Copa do Mundo. Ou seja, as empresas podem manter o expediente normalmente caso considerem necessário.
Porém, o mais comum é que as empresas criem algum tipo de adaptação nos dias de jogo da Seleção Brasileira, como saída antecipada, entrada mais tarde ou até organização de espaços para acompanhamento dos jogos.
Mais do que uma obrigação, o tema acaba entrando na agenda de engajamento e experiência do colaborador, já que a Copa costuma impactar diretamente a rotina e o clima interno das equipes.
Isso varia de empresa para empresa. Algumas podem liberar colaboradores, flexibilizar horários ou simplesmente manter o expediente normal.
De forma geral, as alternativas mais adotadas pelas empresas são:
Por isso, é importante que os colaboradores acompanhem os comunicados internos para entender quais serão as regras adotadas pela empresa.
Embora seja um evento esportivo, a Copa pode cumprir um papel importante dentro das organizações.
Quando bem trabalhada pelo RH, ela se transforma em uma excelente oportunidade para:
Mais do que assistir aos jogos, o objetivo é criar experiências coletivas que aproximam pessoas de diferentes áreas e níveis hierárquicos.
Já é esperado que a atenção durante os jogos da Copa do Mundo caia em algum nível. Por isso, é importante que as empresas se organizem para isso não virar um problema. Abaixo, listamos boas práticas que podem te ajudar nisso:
Boa parte do ruído nesse período vem de dúvidas simples, como: vai ter liberação? vai compensar hora? muda alguma coisa no expediente?
Quando esse tipo de informação é alinhada com antecedência, os conflitos são evitados e, consequentemente, o clima organizacional se mantém positivo.
Não faz sentido deixar reunião importante cair exatamente no horário de jogo da Seleção, se isso puder ser evitado.
Ajustar agenda, redistribuir entregas e organizar prioridades já resolve boa parte da perda de foco sem precisar de grandes mudanças na operação.
Apesar de ser bastante comum que cada área lide com o tema de um jeito diferente, isso pode gerar mais ruído do que o próprio jogo.
Por isso, é essencial que lideranças e RH estejam alinhados para que as decisões deixem de ser individuais e passem a seguir um padrão claro dentro da empresa.
A Copa do Mundo abre espaço para ações internas simples, mas isso não precisa virar repetição de telão, bolão e decoração. A seguir, você confere 6 iniciativas simples que já garantem um bom envolvimento dos times:
Em vez de focar em um único momento, algumas empresas criam pequenos rituais distribuídos durante o período da Copa.
Pode ser um espaço rápido no início do dia para comentários sobre os jogos, ou uma conversa aberta nos canais internos depois das partidas. Em times híbridos, isso também pode aparecer como check-ins mais descontraídos em reuniões já existentes.
O ponto aqui é criar contexto, não evento.
O bolão ainda existe, mas ele não precisa ser o único formato. Algumas empresas criam sistemas de pontos ao longo da Copa, não só para resultado final, mas para previsões rápidas, participação em quizzes ou desafios por rodada.
Outras usam dinâmicas entre áreas com rankings simbólicos, sem premiação financeira, só reconhecimento interno mesmo. Isso mantém o engajamento sem virar algo operacionalmente pesado.
Uma ideia que tem ganhado força é transformar os colaboradores em parte ativa da experiência.
Em vez de comunicação só institucional, algumas empresas incentivam os times a compartilharem como estão vivendo a Copa, o que estão vendo nos jogos ou até como estão organizando o dia a dia nesse período.
Funciona bem principalmente em ambientes híbridos, porque aproxima pessoas que não se veem com frequência.
Nem tudo precisa estar ligado diretamente ao jogo. Algumas empresas criam pequenas ativações dentro da rotina, como “dias temáticos leves” (sem obrigatoriedade de dress code), trilhas sonoras mais descontraídas em determinados horários ou pequenas interações nos canais internos durante os jogos.
São ajustes simples, mas que mudam o clima sem interferir na operação.
Outra forma de inovar é usar a Copa como gancho para ações paralelas.
Em vez de focar só nos jogos, algumas empresas criam desafios culturais entre países participantes, quizzes sobre curiosidades das seleções ou dinâmicas rápidas de conhecimento coletivo.
Isso amplia o tema sem depender do jogo em si.
Mais do que informar horários ou regras, a comunicação pode assumir um papel mais ativo durante a Copa.
Enquetes rápidas, previsões coletivas e até termômetros de clima antes dos jogos ajudam a criar participação sem esforço.
O mais importante aqui é não tratar a comunicação como aviso, mas como ponto de interação.
A Copa do Mundo acontece por poucas semanas, mas seus impactos no clima organizacional podem durar muito mais.
O que diferencia a experiência de cada empresa não é a quantidade de ações criadas, mas o quanto isso é previsto e organizado com antecedência.
O segredo está no equilíbrio: criar momentos de celebração sem perder de vista os objetivos do negócio.
Aviso: as informações disponibilizadas neste site não têm caráter de orientação jurídica por parte da DGNET Ltd (Pandapé). Este conteúdo não deve ser interpretado como conselho ou recomendação legal. Para obter orientação jurídica adequada sobre os temas aqui tratados, recomenda-se consultar um advogado especializado.